Delegado assume Polícia Civil do Rio defendendo união e medidas estruturantes

O novo chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Rivaldo Barbosa, foi empossado na manhã de hoje (13) em uma cerimônia na Cidade da Polícia, na zona norte da capital. Escolhido pelo secretário estadual de Segurança Pública, general Richard Nunes, Rivaldo assumiu defendendo a união entre as instituições, a adoção de medidas estruturantes e o combate à corrupção.

“Minha primeira proposta a todos é que busquemos a união dos homens de bem e a integração das instituições, sem protagonismos individuais, na luta coletiva por dias melhores para o estado. O momento exige que possíveis discordâncias fiquem para trás”.

Barbosa defendeu que a Polícia Civil receba mais recursos e enumerou ações que considera estruturantes para a corporação, como o encaminhamento da Lei Orgânica da Polícia Civil, a recomposição dos quadros por meio de concursos públicos regulares, o aparelhamento da polícia técnica e o aprimoramento da Academia de Polícia.

Outra prioridade apontada pelo delegado é o aperfeiçoamento da inteligência, com enfoque especial na área financeira, para fortalecer o combate à corrupção. “Combater a corrupção é uma das prioridades”, destacou.

O secretário de Segurança Pública, general Richard Nunes, reafirmaou que a intervenção é uma janela de oportunidade para as instituições e disse que um de seus maiores objetivos é que elas saiam fortalecidas.

“As demandas são enormes e não se resolve isso a curto prazo, mas encaminhar é fundamental”, disse, acenando positivamente às medidas defendidas pelo novo chefe da Polícia Civil, como a implementação da lei orgânica da corporação e o combate à corrupção, que classificou como raiz de problemas enfrentados pelo estado.

A cerimônia contou com a presença de autoridades estaduais como o procurador-geral do Ministério Público do Estado Rio de Janeiro, Eduardo Gussem; do defensor Público-Geral do estado André Castro, e do comandante da Polícia Militar, Luis Claudio Laviano.

Rivaldo Barbosa está na Polícia Civil desde 2002 e dirigia a Divisão de Homicídios. O delegado também já chefiou a Coordenadoria de Informação e Inteligência Policiais (Cinpol), a Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (Polinter), além de já ter ocupado o cargo de titular da Subsecretaria de Inteligência na Secretaria Estadual de Segurança Pública.

 




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